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BoaProva Blog

Blog do Prof.Perdigão. Desde 2007, notícias do BoaProva e comentários sobre educação e outros temas de relevância.

Piso salarial do professor sobe, mas...

...lei nem sempre é cumprida, especialmente em certos municípios do interior do Norte-Nordeste. Mesmo assim, lei é positiva.

 

http://educacao.uol.com.br/ultnot/2011/02/24/piso-nacional-do-professor-sobe-quase-16-e-vai-para-r-118-mil.jhtm

 

E agora, quem visita o site do MEC pode ver vídeos que supostamente incentivariam a escolha da carreira docente.

 

Em mim, não despertaram nenhum sentimento: achei a mensagem fraca.

 

E, pode apostar: a notícia de hoje traz uma mensagem infinitamente mais forte como incentivo para mais pessoas optarem por ser professores.

 

Salário bom serve de bom incentivo inicial. Falta melhorar as condições de manutenção do professor na escola, reduzindo a rotatividade e aumentando a duração média da carreira.

 

Dilma mostra a política de educação superior: ampliar o fosso

Segundo matéria do UOL, Dilma vai cortar orçamento das universidades federais:

 

http://educacao.uol.com.br/ultnot/2011/02/20/universidades-federais-podem-perder-10-da-verba-de-custeio-por-causa-de-cortes-do-orcamento.jhtm

 

Além de proibir nomeações e concursos, Dilma, por meio do Ministério do Planejamento, autorizou a abertura de vagas para professores substitutos, algo que não interessa à qualidade do serviço público.

 

Como já foi dito aqui no blog, igualmente citando matéria do UOL Educação, as federais menores têm cerca de 1000 vagas sem conseguir preencher, por falta de gente qualificada e pela alta rotatividade dos profissionais que assumem vagas docentes em locais distantes de sua origem.

 

E, claro, se as vagas não se preenchem sequer por concurso, como serão preenchidas em processos seletivos de contratação temporária e salários irrisórios, a não ser por profissionais desqualificados?

 

Está na cara que o problema vai se intensificar. É hora de a Andifes levar o problema às mesas da ministra e da presidente. Afinal, seguramente, aprofundar o fosso existente entre uma UFRJ, UFMG ou UFRGS de uma UFT, Ufac ou Unir não é algo que uma presidente socialista deseje incentivar.

 

Mora, no fundo, uma possibilidade de incentivar a interiorização dos professores mais qualificados, segurando a nomeação nas universidades de ponta e liberando os concursos nas demais. Infelizmente, tal ideia sequer se imagina em Brasília...

 

Descompassos do Sisu

Saiu hoje a terceira e última chamada do Sisu, o Sistema de Seleção Unificada do MEC, para algumas das vagas em instituições públicas de ensino superior.

 

Apesar de o candidato, ao fazer uma escolha na primeira chamada e ser convocado para matrícula, perder a vaga e a chance de seguir concorrendo nas chamadas posteriores se não efetivar essa matrícula, a taxa de comparecimento e de comprometimento segue muito baixa, especialmente nos cursos de menor procura.

 

Digo isto porque estou cursando uma licenciatura em Artes Cênicas no IFTO, o antigo Cefet. Eram 20 vagas por vestibular e 20 pelo Sisu. Temos 21 alunos matriculados: os vinte do vestibular e uma aluna do Sisu. Ou seja, 19 postulantes da primeira chamada e todos os 20 da segunda chamada simplesmente não apareceram para fazer a sua matrícula e perderam a chance de seguir concorrendo a outras vagas no Sisu deste semestre.

 

O gerente de ensino já avisou que chamará a lista de espera do vestibular tão cedo quanto sejam liberadas as vagas do Sisu. O problema é que as aulas estão acontecendo, e todos ficamos no prejuízo. Os que já se matricularam veem uma aula lenta, sem grande avanço no conteúdo. Quem chega depois perdeu essa introdução despretensiosa, mas necessária. Não é bom para ninguém.

 

De alguma forma, é necessário ajustar o Sisu. A seleção precisa ser ainda mais eficiente e não pode prejudicar o calendário acadêmico. Mais um problema, dentre tantos já comentados aqui, do Sisu.

 

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