Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

BoaProva Blog

Blog do Prof.Perdigão. Desde 2007, notícias do BoaProva e comentários sobre educação e outros temas de relevância.

Fatores que influenciam o sucesso nos estudos

Alguns alunos acham que basta escolher um bom cursinho e tudo vai se resolver sozinho.

 

Em outras palavras, o problema da não aprovação é externo, e não interno.

 

Pois é importante que o aluno fique atento, desde agora, a quatro fatores cruciais que fazem a diferença na hora da decisão.

 

Memória
Faz diferença? Faz. Mas as pessoas são muito diferentes neste fator? Não. Todo mundo tem memória suficiente para aquilo que é exigido nos melhores vestibulares do país, como a Unicamp, por exemplo. A questão é de gerência dessas informações.

 

Só um exemplo didático: em vez de o sujeito memorizar que "logaritmo é expoente", que é uma regra geral, ele memoriza que "logaritmo de 1 é igual a zero", caso particularíssimo.

 

E, para evitar esse tipo de coisa, o aluno tem de ser crítico, e não tentar gravar cada palavra do professor. O que é regra geral, anote, fixe na memória. O que é caso particular, o (bom) professor só usa para exemplificar.

 

Além disso, criar suas próprias regras gerais é melhor, didaticamente falando, que tentar, simplesmente, memorizar um assunto pela musiquinha ou pelo trocadilho que o professor fez. Use a cabeça e invente a sua forma de memorizar.

 

Motivação
Se você não sabe, ao certo, o que quer, como se motivar para os estudos? E, principalmente, como priorizar disciplinas a estudar, se você está indeciso entre Psicologia, Engenharia ou Letras?

 

Não se precipite. Prefira dedicar este início de ano para conhecer mais sobre o cotidiano de cada um destes profissionais, e só depois entre no cursinho. Ah, perdeu o extensivo e só conseguiu a turma de maio, ou, ainda, a turma de agosto? Tudo bem. O importante é que, agora, você sabe o que quer e está motivado, não está indo ao cursinho apenas por obrigação.

 

Disciplina
Não adianta estar motivado mas não estar comprometido. E, sem fazer séries de exercícios, não é possível fixar o conhecimento. Ninguém aprende a andar de bicicleta lendo um manual, certo? Não é diferente com as disciplinas do vestibular.

 

Aliás, fazer exercícios, testes, simulados (estes últimos moderadamente, nunca mais de um por mês!) é tão importante que o aluno que resolvia fazer um cursinho "integral", como esteve na moda há alguns anos, assistindo a uma bateria de aulas teóricas que superava facilmente 8 horas por dia, tinha queda de desempenho de um ano para outro.

 

Não, ele não ficou burro. Ficou sedentário, por não fazer exercícios. Outra possibilidade é ter ficado quase todas as noites sem dormir direito porque chegava em casa e ainda tinha um monte de exercícios por fazer. E os fazia sem concentração, por excesso de cansaço.

 

Disciplina, portanto, também é seguir, sem medo, o compromisso estabelecido pela sua técnica de estudo.

 

Técnica de estudo
Cada aluno tem a sua técnica, aquela que, a ele, funciona melhor. Mas existem algumas coisas comuns a todos:

 

- Se você não aprende absolutamente nada com um certo professor, por que fica assistindo à aula dele? No cursinho, você é livre (se não é, mude de cursinho). Vá estudar a mesma matéria no livro, por leituras, por exemplo, na sala de estudos. Se a apostila não é boa, busque um bom livro didático no sebo. Ou, se puder, contrate um bom professor particular. Especialmente se aquela disciplina tiver peso alto na sua prova.

 

- Se você perceber que o ritmo está muito lento, adiante a matéria. Adiantar a matéria é ler e fazer exercícios das aulas seguintes - e, lembre-se, o professor, mais adiante, terá de acelerar, ou não terminará o conteúdo. Mas, como você está adiantado, não terá problemas quando ele acelerar.

 

- Por outro lado, se o ritmo estiver acelerado demais, freie. Para frear, é preciso selecionar matérias que não serão estudadas. As regras são: a) nunca abandone uma matéria básica (como funções matemáticas, química geral, cinemática); b) um bom indicativo para se saber se a matéria é importante basta olhar, na apostila, o número de exercícios da matéria que foram retirados das provas que você fai fazer. Exemplo: vá ver na apostila quantos exercícios de funções de 1º grau têm indicação "Unicamp", por exemplo. Depois vá ver quantos exercícios de funções trigonométricas têm indicação "Unicamp". Pronto: você viu que praticamente não cai funções trigonométricas na Unicamp. Então, para quê estudar isso? Outro indicativo é o excesso de siglas de faculdades que você nunca ouviu falar, ou falta de siglas. É porque os autores tiveram de se sacrificar para achar algum mísero exercício daquela matéria, para preencher o espaço e atingir o número mínimo de testes daquela lista.

 

Como é possível observar, estes quatro fatores estão integrados de tal forma que nenhum pode ser deixado de lado.

 

Em suma: motive-se a desenvolver suas técnicas de estudo, para facilitar a memorização, o que requer disciplina.

 

Agora é oficial: o BoaProva não atua mais em São Carlos

Acabou sendo natural.

 

O excesso de concorrentes e o reconhecimento verdadeiro, mas pequeno em número de alunos, já haviam me trazido ao Tocantins.

 

E a decisão de não retornar a São Carlos pelos próximos períodos acabou culminando no encerramento definitivo das atividades do BoaProva justamente na cidade onde nasceu, há quase 7 anos.

 

O telefone 3116-1511, que ainda funcionava, parou há poucos instantes.

 

Só tenho a agradecer às pessoas que indicaram o curso, que o aprovaram, e que, na maioria, foram aprovadas em boas universidades.

 

Agradeço, também, e especialmente, à professora Lília Marmorato, do Cicbeu, pelo suporte dado ao BoaProva nestes últimos cinco anos.

 

Até logo, São Carlos!

 

O Tocantins, visto por mim: o trânsito

Hoje vou falar de um dos aspectos que mais chamam a atenção do visitante do Sul-Sudeste no Tocantins: o trânsito, seja ele na cidade ou no campo.

 

Em 2003, fiz uma viagem de carro para Goiânia e, já naquela ocasião, fiquei muito surpreso com a irresponsabilidade, a negligência e a distração do motorista médio. Até brinquei que, se a forma de dirigir do paulistano médio fosse como a do goianiense médio, o trânsito seria o caos absoluto.

 

Claro que havia coisas boas, como o respeito à faixa de pedestre. Mas, depois de uma semana na cidade, vimos dois acidentes. Não, não é que tenhamos visto os veículos colididos. Presenciamos as colisões. E as duas seguiram a regra da imprudência.

 

O Tocantins, como "ex-norte goiano", não poderia ficar de fora.

 

A diferença, especialmente no interior, em relação à capital goiana, é que as ruas - até mesmo as do centro - são tomadas por todo tipo de obstáculo, alguns surpreendentes. Segue a relação dos elementos do trânsito de Gurupi, que serve de bom exemplo:

 

- Buracos, os quais são tapados com mistura asfáltica e recebem um punhadinho de areia por cima - não sei por quê, mas sei que a atitude torna o piso escorregadio para os motociclistas;

 

- Pedestres, principalmente idosos, que viveram um tempo em que sim, era possível andar pela rua e não, não havia calçadas destinadas a eles, mas que, pelo menos estes, parecem não ter visto o tempo passar. Haverá quem coloque na lista os pedestres alcoolizados, não tão raros;

 

- Ciclistas, em grandíssima quantidade e, muitos, em completa alienação em relação às leis de trânsito. Especialmente quanto ao fato de não andar no meio da rua quando se está na contramão;

 

- Motociclistas, especialmente aqueles cujo maior defeito é o de, em uma esquina cuja preferencial não é sua (geralmente estão em uma rua, como explicarei), avançar para atravessar a avenida enquanto um veículo qualquer faz a conversão da avenida para a rua. Desconhecem, portanto, que dois corpos não ocupam o mesmo lugar no espaço;

 

- Motoristas típicos goianos, como já explicado;

 

- Cadeirantes, os quais são vistos com certa frequência pilotando cadeiras de rodas motorizadas como se fossem veículos de passeio. Ou seja, entre os veículos de passeio;

 

- Animais, relativamente raros em relação a outros locais porque não é tão disseminado aqui o hábito aqui, como em outros lugares mais abastados, de se criar mascotes. Mas até galinhas a gente vê andando pela rua.

 

Para completar o caldo, Gurupi é uma cidade cujo centro tem apenas avenidas largas, paralelas, de duas mãos e, em muitos casos, nenhuma sinalização de divisão de faixas e de sentidos, cortadas por ruas um pouco mais estreitas, de mão única, em quadras quase quadradas.

 

Para parar, bem, não há parquímetros ou zona azul, o que dificulta o estacionamento. Pior do que isso são as bicicletas paradas em sua extensão no meio-fio (e não a 90°, como as motos).

 

Em suma, o trânsito de Gurupi é tão complicado que até a Câmara Municipal percebeu e tem discutido bastante o assunto. Talvez pelo número de atropelamentos, os quais, por sorte, nunca (sequer) presenciei.

 

Por isso, quem tem juízo anda feito lesma, a uma velocidade de cerca de 30 km/h. Os motociclistas acabam andando mais rápido, porque não têm as colunas do carro a lhes ocupar a visão. Até dá para fazer isso, eu mesmo faço quando estou de moto, mas é arriscado. Aliás, estou pegando outros maus hábitos de trânsito, o que faz pensar que o problema pode estar na água ou na comida daqui...

 

Já o trânsito de Palmas é um tanto peculiar, especialmente no Plano Diretor (a parte projetada da cidade). As "esquinas" são todas com rotatórias, exceto quando cruzam as duas avenidas principais. Neste caso, os semáforos regulam o trânsito. Na hora do rush, há congestionamento em diversas dessas rotatórias, que talvez tenham sido subdimensionadas.

 

Em Palmas, também é relativamente comum ver motoristas respeitando a faixa de pedestres. Talvez pela presença de fiscalização, o que não existe em Gurupi. Em Palmas também há radares de velocidade urbanos.

 

O que o tocantinense não pode acelerar na cidade, ele desconta na estrada. É a falta de fiscalização que faz com que seja comum observar veículos a 150 km/h na Belém-Brasília (BR-153), que corta o Estado, mesmo em trechos cuja conservação deixa a desejar.

 

Aliás, a BR-153 é a única rodovia realmente movimentada do Tocantins, com grande tráfego de caminhões - talvez mais da metade dos usuários da rodovia sejam caminhoneiros. As demais têm tráfego de pequeno a moderado. Um dos trechos com maior fluxo é o que liga as cidades de Palmas e Porto Nacional. Mesmo assim, o reduzido número de caminhões e a planura faz a estrada ter velocidade média boa.

 

O que realmente entristece, de tudo isso, é a absurda quantidade de animais mortos à beira da pista. Tivemos um período de recesso entre o Natal e o Réveillon, e depois eu retornei de carro para o Tocantins. À medida que tomava o rumo norte, aumentava a quantidade de animais mortos: cachorros, raposas, tatus, tamanduás, uns roedores que não consegui identificar...

 

Eu, mesmo, estava em um trecho entre Caldas Novas e Goiânia, com um carro à frente, que bruscamente freou, mas logo seguiu em frente. Eu vinha atrás, freei, mas não consegui evitar a segunda colisão com um enorme tatu que havia invadido a pista. (Ou nós que invadimos a terra do tatu?) O tatu não mais se moveu depois disso. Fiquei chateado a viagem inteira a partir dali.

 

-

Por outro lado, foi muito divertido ler o blog Tô, Não Tô, da jornalista Denise Ferreira, que morou por mais de dois anos na região de Palmeirópolis e São Salvador do Tocantins, bem ao sul do Estado, respectivamente rebatizadas por ela como "Palm Springs" e "Grande SS". Ela aproveita um dos posts para explicar como é o trânsito nessas cidades, em comparação com a Florianópolis da alta temporada. E encontra similaridades!

 

Recomendo leitura integral a todos, mas especialmente para quem vai mudar para o interior do Tocantins, ou para qualquer outra cidade pequena do interiorzão do país. É clicar e se divertir. E lembrar que quem tem mente aberta aproveita mais a vida.

 

Parabéns aos aprovados para a segunda fase da Fuvest

Estava devendo uma lista mais extensa dos alunos que estiveram conosco em 2009 e passaram para a segunda fase da Fuvest. Portanto, aí vai:

Gabriel Zambon Nóbrega (SC)
Ana Letícia Fornazieri Darcie (SC)
Florival de Morais Neto (SC)
Fernanda Vasconcellos Romão (SC)
Pedro Rittner Valente (SP)
Rodnei Antonio do Nascimento (SP)
Catherine Tseng (SP)
Letícia Maria Vieira (SP)
Lucio Flávio de Santana Gimenes (SC)
Eduardo Gomes da Rocha (SC)
Cintia Akie Nakano (SC)

 

Aproveito e dou os parabéns aos aprovados que estiveram conosco em outros anos:

Juliana Ferreira de Araujo (SP)
Lucas Basaglia Negrucci (RC)
Isabelle Mastelaro (SC)
Daniele Ferreira Seridório (SC)
Natalya Costa (SP)

 

E outros que estiveram conosco esporadicamente, ou mesmo só para assistir a uma aula grátis:

Anderson Mendes Areias (SP)
Martin Hilário dos Santos (SC)
Maria Carolina Muzetti Ribeiro (SC)
Hibari Sebin Sampaio (SC)
Thaís Mitsunari (SP)

 

Espero que todos vocês tenham tido bom desempenho na segunda fase.

 

Estou especialmente contente com o pessoal de São Carlos, onde tive muito prazer de ministrar aulas em 2009, e onde a aprovação foi absurdamente alta, 75% no Extensivo e 67% nas aulas particulares. O que mostra claramente que só estávamos trabalhando com o público mais exigente, e estávamos correspondendo!

 

Não farei levantamento das outras universidades, embora saiba que há nomes conhecidos que não estão aqui mas estão nas outras listas, como o da Carla Consalvi Pignocchi (SC) na Unesp, por exemplo.

 

Chegar aqui é prova de que podem chegar lá. Tem dois nomes nestas listas (todo ano tem uns milagres!) que foram, para mim, grande prova de que sim, é possível, com dedicação e esforço pessoal.

 

Mais uma vez, parabéns!

 

O Tocantins, visto por mim: Imóveis e serviços públicos

Escolhi falar deste tema hoje, porque, ao chegar para morar em uma nova cidade, é importante saber o que ela oferece e a que preço.

 

Primeiro, falemos dos imóveis.

 

Aqui em Gurupi, existem os mais diversos tipos de imóveis, a preços razoáveis de aluguel.

 

Para quem mora só, as chamadas quitinetes parecem uma boa opção, assim como apartamentos pequenos. Só que, como a cidade não é verticalizada (o maior prédio tem 4 andares), os apartamentos podem ser, frequentemente, em imóveis térreos. Um valor entre 400 e 600 reais é comum para aluguel desses imóveis.

 

Mas as pessoas do local afirmarão, convictas, de que você está pagando caro, já que há casas muito mais amplas a preços semelhantes. Para quem vem com a família, é uma boa opção. Mas é preciso pesquisar bem, pois é frequente a oferta de casas com padrão há muito tempo desprezado pelos sulistas, como piso queimado e casa sem forro.

 

Para a compra, os preços surpreendem ainda mais. Há casas novas de três dormitórios em terrenos de cerca de 300m², com padrão de construtora (tipo MRV ou similar), em setores (bairros) aprazíveis, à venda por 80 mil reais, o que dá uma parcela inicial de 800 reais no financiamento mais longo.

 

Palmas também oferece opções semelhantes, exceto pela menor frequência de imóveis rústicos. Mas o preço é muito mais alto na capital. Diria que uns 50% mais caro, em média.

 

Quanto aos serviços "públicos"...

 

A eletricidade é um dos mais importantes. A tensão costuma ser a de 220V. A interrupção no fornecimento e a oscilação da tensão durante chuvas é comum. Eu diria que quase toda semana há cortes, ainda que breves, como 5 minutos. E a energia é cara. Muito cara. O próprio site da Aneel confirma: só o Maranhão, o interior fluminense, parte do interior de Minas e duas cidadezinhas gaúchas têm energia mais cara. Quando a minha primeira conta veio, cobrando 70 reais por míseros 115 kWh, levei um susto. O que mostra que aparelhos de ar condicionado podem custar caro, bem mais que o preço pago na loja.

 

A telefonia e a internet são oferecidas pela Oi, antiga Brasil Telecom. O telefone fixo foi instalado rapidamente e a internet já funcionava dois dias depois. Há planos razoáveis, mas não há muitas opções: para a internet, o acesso via rádio, e para a telefonia, a operadora GVT (apenas em Palmas). O serviço de telefonia parece ser confiável. Quanto à internet da Oi, é preciso saber que, em certas regiões das cidades, o valor cobrado é mais alto, e as velocidades maiores não são oferecidas.

 

Quanto aos celulares, a maior cobertura acaba sendo da Oi. Eu uso Tim, que só funciona em municípios com mais de 5 mil habitantes. Em estrada, não pega, mas em muitos pontos pega a rede da Oi para chamadas de emergência. A cobertura 3G Oi é alvo de reclamação pelos usuários e está restrita às partes centrais das três maiores cidades do estado: Palmas, Araguaína e Gurupi.

 

Água é um grande problema do Tocantins. A companhia fornecedora é privada e, como é comum nesses casos no Brasil, a qualidade e a fiabilidade deixam a desejar. No último dia 16 (sábado), mesmo, Gurupi inteira ficou sem água por 12 horas sem prévio aviso. Hoje de manhã, deu-se o mesmo. E isso porque estamos em época de chuvas. Muitos têm cisternas e poços rasos, e aqui no condomínio onde moro, o proprietário abriu um poço artesiano na semana passada, justamente porque a água também é muito cara no Tocantins. A última conta do condomínio com 12 quitinetes bateu 550 reais.

 

Tocantins é um dos dois estados com menor cobertura da rede de coleta de esgoto. É muito comum que haja fossas sépticas, mesmo em casas no centro, especialmente no interior. Sabe-se que isso pode prejudicar a qualidade da água de poços e, por esta razão, a opção pela água mineral para consumo parece ser a mais acertada.

 

Há quem pergunte sobre o gás e os combustíveis. Não são muito mais caros que em outros lugares, mas é preciso atenção com o local de abastecimento. O litro de gasolina em postos confiáveis de Gurupi está custando entre R$2,75 e R$2,80, e o álcool, na faixa de R$1,90 pelo mesmo volume. Segundo muitos colegas, menos de 30% dos postos locais oferecem combustível original, sem adulteração, e a maioria não tem bandeira nacionalmente conhecida. Mesmo o gás de cozinha requer atenção quanto ao local de aquisição e à marca.

 

Em breve, muito mais sobre o Tocantins!

 

Pág. 1/2

Mais sobre mim

foto do autor

Arquivo

  1. 2019
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2018
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2017
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2016
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2015
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2014
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2013
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2012
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2011
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2010
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D
  131. 2009
  132. J
  133. F
  134. M
  135. A
  136. M
  137. J
  138. J
  139. A
  140. S
  141. O
  142. N
  143. D
  144. 2008
  145. J
  146. F
  147. M
  148. A
  149. M
  150. J
  151. J
  152. A
  153. S
  154. O
  155. N
  156. D
  157. 2007
  158. J
  159. F
  160. M
  161. A
  162. M
  163. J
  164. J
  165. A
  166. S
  167. O
  168. N
  169. D

subscrever feeds